As instituições que formam a rede de proteção da infância e da juventude no Rio Grande do Norte, apesar de regularmente constituídas, têm atuado de forma isolada e, muitas vezes, sem diálogo, na contramão daquilo que é estabelecido pelo ECA.
Entre os remanejamentos está o excesso de arrecadação, com R$ 44 milhões; o superávit financeiro, com R$ 85 milhões; e a anulação que chega a R$ 453 milhões.
Acompanhe aqui a opinião do deputado Fernando Mineiro sobre assuntos relevantes para o RN.
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